
As razões para tantas transformações sociais são diversas. A maioria são causadas pelo homem, muito mais que aquelas que são causadas pela natureza, mesmo se não considerarmos as modificações da natureza provocadas pelo homem.
Há pouco tempo podia-se ver na CNN a quantidade de furacões que atingiam os estados unidos, causando danos e algumas mortes. Ainda com esses furacões em força nos EUA, em Myanmar, antiga Birmânia dá-se uma catástrofe de proporções impensáveis de inicio, a trazer à memória o furacão Katrina que devastou New Orleans ou ainda antes o violento Tsunami de 2004.
Numa altura em que se pensava que o clima estava a ser a grande força devastadora e que, tirando a guerra, as maiores perdas humanas se deviam a fenómenos climáticos, eis que surge um terramoto cuja destruição supera toda a destruição dos últimos dias à excepção de Myanmar.
Tempos confusos estes em que nem se consegue apontar um culpado, o que, na maioria das vezes, ajuda a diminuir a revolta.
A questão agora é a seguinte; a seca, as cheias, os tornados e os furacões, tudo isso pode ser atribuído ao homem, seja pelas emissões de gases seja pelas alterações dos ecossistemas, mas um terramoto não!
Então o problema persiste; quem culpar?
Em alguns casos culpa-se a falta de prevenção, noutros a falta de ajuda mas será que é assim tão necessário arranjar culpados?
O mais importante será encontrar soluções, resolução dos problemas e prevenção no futuro. É esse o papel dos governantes e de cada pessoa que assuma o seu papel na sociedade como lhe é de direito.
Não existe nenhuma prova que ligue um terramoto a causas humanas. A menos que se invoque alguma força protectora da Terra (Gaia a deusa da Terra) mas aí entramos num plano esotérico que quase todos rejeitam ou fingem rejeitar.
Em resumo destas ultimas semanas, verifica-se um grande número de ocorrências, mas será que alguém faz a correlação de tudo isto?
Certamente que sim! O Google não tem respostas fáceis para tudo, pelo menos em tempo útil. A maioria das pesquisas terminam em algo apocalíptico de carácter religioso ou espiritual, o que pode ser útil no seu contexto mas não trás mais valia do ponto de vista prático. Continuarei a pesquisar se existem de facto épocas de maior ocorrência de fenómenos anómalos a nível do planeta e se existem periodicidades ou alturas mais criticas. É um desafio que aqui fica a quem ler este artigo.
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